Como é bom trabalhar em equipe, nessa equipe.
Os desafios de formar um time campeão
Fim de ano é época de confraternização com os colegas de trabalho, com quem muitas vezes passamos mais tempo do que com nossa própria família. Nas confraternizações conseguimos perceber como está o astral da empresa e de seus funcionários, se a perspectiva de futuro é boa ou sombria, se os colegas estão bem ou mal na empresa.
Formar uma equipe campeã é um desafio constante e isso nunca vai mudar. Como mostrou o Barcelona contra o Santos, não tem só a ver com possuir talentos, mas principalmente com ter um time coeso, motivado, com cada um ajudando o resto da equipe e sabendo exatamente o que fazer e aonde quer chegar. Se conseguirmos um time com essas características e repleto de talentos, então estamos no céu.
Como todos sabem, porém, essa não é uma tarefa fácil. Mas é possível sim. Porém, alguns requisitos são necessários. O primeiro é a empresa ter uma forte cultura própria. Por isso, devemos evitar ao máximo trazer pessoas de fora da empresa para cargos-chave. As pessoas precisam ser preparadas dentro da empresa para chegar ao topo. Com isso, garantimos a perpetuação da cultura empresarial e a fidelização dos funcionários.
Em segundo lugar, não acredito na formação de equipes em empresas de rápido crescimento. São objetivos excludentes. Escolha um ou outro: cresça rápido ou forme equipe. A formação de equipes é um longo processo de tentativa e erro, que precisa ser inteiramente baseado na meritocracia. Só ao final de um certo período é que começamos a criar um núcleo que se identifica com os valores da empresa e em quem esta pode confiar.
Como também nos mostrou o Barcelona, tanto para a formação da equipe, quanto para o fortalecimento da cultura empresarial, precisamos investir nas “categorias de base”. É fundamental que o estágio seja utilizado como meio de identificar os futuros talentos do seu time e não como mão-de-obra barata. Da mesma maneira que é importante que as pessoas sejam sempre preparadas para subir um degrau na hierarquia funcional.
Outro fator crucial é a inspiração. Aqui faz a diferença a liderança, a visão e a confiança que os líderes empresariais inspiram em suas equipes. Sem acreditar no que estão fazendo, na qualidade das decisões tomadas por seus superiores e no rumo da empresa, não existe equipe se motive.
Sobre esses pilares, precisamos construir um ambiente saudável e respeitoso e proporcionar possibilidades de crescimento pessoal e profissional. Os canais de comunicação entre funcionários e empresa precisam estar abertos nas duas vias, seja para nivelar as informações da empresa com os funcionários, seja para a empresa escutá-los e aprender.
Como disse, isso não é fácil, mas é possível, sim. Nada disso exige grandes aportes de capital. A imensa maioria se restringe a atitude. Qualquer empresa com os atributos acima, por menor que seja, conseguirá, com o passar do tempo, formar um grande time, mesmo que não disponha de fartos recursos. Ao contrário, é esse time que a levará ao sucesso financeiro.
Neste final de ano participei de duas confraternizações que me encheram de orgulho, ao ver como eu estava cercado de pessoas de bem, profissionais dedicados, comprometidos, sérios e competentes. Dois times de primeira. E o melhor de tudo: repletos de talentos.
Agradeço aos meus companheiros da ADIT e da Vivendi por estarmos juntos em mais um ano de muita luta, superação e conquistas.





Comentários (3)
Helen
Sara
Ter passado pela ADIT e hoje compondo a equipe da Vivendi me coloca em grande vantagem em relação ao mercado local, pois são empresas de visão, e em notório crescimento, com uma liderança moderna, qualificada e que se preocupa com o bem estar do seu maior patrimônio: as pessoas.
Sandra Jucá